Foi convocado no dia primeiro de outubro de 2017, um plebiscito para aprovação da independência da Catalunha da Espanha, para um modelo de Estado republicano.

Com 90% das pessoas votando “sim”, o plebiscito foi noticiado como aprovado na meia noite do dia seguinte da votação. Foram mais de 2 milhões de votos aprovando a separação contra 176.565 do “não” e aproximadamente 60 mil de brancos e nulos.

Para o presidente da Catalunha, Carlos Puigdemont, eles ganharam o direito de ser um estado independente. “Neste dia de esperança e sofrimento, os cidadãos da Catalunha ganharam o direito de ter um estado independente na forma de uma república… conquistamos o direito de sermos ouvidos, respeitados e reconhecidos”, afirmou.

No entanto, pela avaliação do poder judiciário da Espanha, a realização desse plesbicito foi ilegal. Eles alegam que a “soberania nacional prevalece sobre o povo”, frase retirada da constituição do país, além disso, de acordo com as autoridades judiciárias, grupos autônomos não possuem poder para convocar esse tipo de consulta popular, pois isso é prerrogativa do rei e precisa ser proposto pelo Chefe do governo com anuência do legislativo. E mesmo se for considerar essa hipótese, a carta magma não permite a possibilidade de secessão.

Numa entrevista reportada no dia 8/10/2017 num jornal alemão, Mariano Rajoy, primeiro ministro espanhol, assegurou que a Espanha não será dividida e que a integridade do país será preservada. Ele afirmou que usara de meios legais para impedir essa separação.

Segundo a polícia, no dia primeiro de outubro, mais de 300 mil pessoas foram às ruas para protestarem contra a divisão do país. Para os manifestantes esse número se aproximou a 1 milhão. A marcha contra a divisão do país foi considerada pacifica.

Os separatistas da Catalunha informaram que irão decretar a independência no dia 10/10/2017, o líder Catalão declarou que irá ao parlamento regional para debater sobre a condição politica e que no meio da sessão irá declarar independência da Catalunha, porem a Espanha já esta se preparando para assegurar a lei e a democracia, de acordo com o vice-premiê, Soraya Sáenz de Santamaría.