Independente do lugar a internet sempre é um requisito fundamental para os usuários ávidos pelas novidades e a interatividade online que podem usufruir. O avanço da tecnologia facilita cada vez mais a conexão em diversos locais, quanto mais evolução se obtém mais exigente se torna o usuário e consequentemente mais qualidade e agilidade do serviço são esperados.

A próxima geração de internet móvel, o 5G, traz expectativas de uma banda larga que seja mais rápida que o 4G. A tendência é que essa evolução da internet móvel torne mais eficiente a conexão entre os acessórios tecnológicos que vão além dos celulares.

No Brasil, o 5G levará mais tempo para ser implantado. Os primeiros testes comerciais da tecnologia apenas irão acontecer em 2021, depois de estarem definidos os padrões globais para essa melhoria.

É fato que o 5G potencializará o tráfego de dados e chegará em regiões onde existem dificuldades para o uso da internet móvel. De acordo com Marcos Scheffer, vice-presidente de redes da Ericsson, no evento de telecomunicações Futurecom: “O 5G em frequências altas vai permitir uma massificação da internet das coisas. Em frequências baixas, pode facilitar a inclusão do campo”.

Não existe um imediatismo para essa novidade, será necessário pesquisas e testes antes da implantação de uma rede completa 5G. Depois de 4 anos após testes o serviço estará disponível. O avanço gradualmente se expandirá mas exigirá um tempo assim como aconteceu com o 4G.

A barreira da insuficiência de recursos reduzirá a capacidade de conseguir novos financiamentos. Enquanto nos Estados Unidos as redes estarão preparadas para o carro sem motorista, no Brasil esse nível de evolução exigirá mais tempo para estar disponível.

As operadoras precisarão usar frequências para iniciarem os seus testes, para isso a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) analisa a liberação dos testes. Na Europa a frequência já está definida, no Brasil, a Anatel pretende regulamentar a garantia da faixa de 3.500 MHz.

Não é só porque o 5G vai demorar que as operadoras permanecerão imóveis. Investimentos no 4,5G ou 4G+, estão sendo feitos. Após a liberação da faixa de 700 MHz, por causa do desligamento do sinal analógico de TV, as operadoras podem elevar a velocidade nas cidades.